Feminismo comoditizado na Publicidade: quando o ativismo e os Direitos Humanos viram mercadoria.
A presente pesquisa propõe uma revisão crítica acerca das tendências publicitárias que dialogam com as discussões contemporâneas sobre a representatividade da mulher, Direitos Humanos e o processo de comoditização do feminismo.
A presente pesquisa propõe uma revisão crítica acerca das tendências publicitárias que dialogam com as discussões contemporâneas sobre a representatividade da mulher, Direitos Humanos e o processo de comoditização do feminismo. Por um lado, Femvertising (SKYE, 2014) é o termo que vem sendo crescentemente utilizado em meio ao debate sobre as bandeiras dos feminismos na publicidade, supostamente auxiliando as marcas a repensarem suas estratégias publicitárias. Por outro lado, propomos uma reflexão mais aprofundada em torno do processo de legitimação da mercantilização do discurso feminista, termo cunhado como feminismo commodity (GOLDMAN,1992; GOLDMAN, et al 2009), que chamaremos de feminismo comoditizado. O nosso intuito é compreender como o ativismo e as bandeiras feministas, bem como, os Direitos Humanos surgem enquanto mercadoria e os efeitos desse novo cenário Social. O projeto conta com a parceria do OBMIDIA UFPE, Observatório de Mídia: gênero, democracia e direitos humanos.
Data: 02/2019 – 03/2022
Status: Concluído
Coordenadora: Soraya Maria Bernardino Barreto Januário
Equipe:
- Danyelle Paixão
- Marcela Costa