CriptoFesta: por uma internet verdadeiramente plural

O Recife recebeu, no dia 10 de novembro, sua primeira edição da CriptoFesta com a temática “Privacidade e Democracia em tempos de CiberGuerra”. Foram um total de 12 horas de programação que reuniu comunicadores, programadores, advogados e interessados nos temas da privacidade, segurança de dados e em como garantir a pluralidade na rede

A localidade foi cedida pelo Serviço Integrado de Saúde (SIS-UFPE) recebe a programação de oficinas, debates, palestras, installfest, feira de comes e bebes e atividades para iniciados na cultura hacker.

Participaram do evento as organizações: Intervozes-Coletivo Brasil de Comunicação Social, o IP-Rec (Instituto Pernambucano de Pesquisa em Direito e Tecnologia), a Escola de Ativismo e a Rádio Aconchego. Eles montaram a CriptoFesta com quatro eixos: Tecnopolíticas: democracia, relações de poder e dimensões sociais da internet; Gambiarras: softwares livres, técnicas e ferramentas seguras; Cibersiririca: feminismo, mobilizações e ativismo de gênero nas redes; e Close: arte, música, cinema e provocações na esfera tecnológica.

 

 “As curtidas em redes sociais não são “a internet” e não tornaram as tecnologias, nem a própria comunicação, mais democrática. Pelo contrário, elas são a camada visível do trabalho de empresas que usam nossos dados para o comércio, da vigilância de governos e das estratégias de políticos que espalham fake news para venderem suas promessas ou discursos opressores. Vivemos uma falsa democratização digital que mascara uma CyberGuerra de informação”, diz o texto de apresentação do site da CriptoFesta (https://criptofesta.org/).